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IFMT alcança nota 5 em cursos superiores e lidera o ranking das melhores escolas públicas do ensino médio nos últimos 4 anos

Publicado por: Reitoria / 7 de Abril de 2021 às 11:18

O Instituto Federal de Mato Grosso nos últimos quatro anos, conquistou, notas 4 e 5, nos cursos superiores da Instituição. A nota correspondente ao indicador de avaliação de Conceito de Curso. Esse resultado positivo também pode ser observado nos cursos técnicos integrados ao ensino médio que lideram o ranking das melhores escolas públicas em Mato Grosso.

Na busca constante por ser uma instituição de excelência na educação profissional e tecnológica, diversas ações foram desenvolvidas com intuito de supervisionar, capacitar, acompanhar e analisar os processos de avaliação do instituto e dos cursos. Como resultado desse esforço conjunto dos Campi com a Reitoria, foi possível concentrar a maior parte das notas obtidas nessas avaliações, 75% do total dos últimos 4 anos, entre 4 e 5. Entre 2014 e 2017 somente 25% dos cursos avaliados tiveram nota 4, os outros 75% receberam nota 3 e nenhum teve nota 5.

O Instituto obteve conceito 5 nos seguintes cursos superiores: Licenciatura em Biologia (Campus Confresa), Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos (Campus Alta Floresta), Tecnologia em Gestão Pública (Campus Barra do Garças e Campus Várzea Grande).

 

Segundo informações da Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional (Prodin), ao analisar os dados da atual gestão, é possível observar uma concentração de notas 4 e 5, atingindo um percentual de aproximadamente 90% de notas acima da média. E praticamente 50% dos cursos superiores avaliados em 2019/2020 obtiveram a nota 5, conceito máximo. Em comparação com Instituições de Ensino Superior - (IES) do Brasil inteiro, podemos verificar que menos de 10% das quase 3.000 IES (públicas e privadas) possuem tais indicadores.

Liderança no ranking das melhores escolas públicas

O IFMT é referência em qualidade de ensino, fato que se destaca se considerarmos as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) dos últimos 4 anos. Nesse quesito o Instituto Federal se manteve sempre nas primeiras colocações entre as escolas públicas de Mato Grosso.

Em 2016, entre as 20 melhores escolas públicas do estado, o IFMT ocupava 12 posições. Já em 2017, o Instituto ocupou mais 3 posições, somando 15 posições entre as 20 melhores escolas públicas, sendo as 11 primeiras posições ocupadas pela Instituição. Em 2018 e 2019, tivemos o mesmo ranking somando 16 posições entre as 20 primeiras melhores escolas públicas.

O Instituto Federal mostra a sua força e a expansão não abalou, de forma alguma, a qualidade do ensino da instituição, e sim acrescentou qualidade ao ensino, já que os campi criados mais recentemente, já figuram entre as 20 primeiras melhores escolas públicas do estado.

Aumento da eficiência acadêmica nos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio

Os cursos técnicos integrados ao ensino médio tiveram um aumento de 8,4% na sua eficiência acadêmica, considerando os últimos três anos, segundo dados da Plataforma Nilo Peçanha. A eficiência acadêmica é definida através do cruzamento dos dados da conclusão do ciclo, evasão do ciclo e retenção no ciclo.

Na tabela abaixo, é apresentado um comparativo entre a evolução da eficiência dos cursos técnicos integrados do IFMT, com a Região Centro-Oeste e o Brasil.

ANO BASE DA COLETA
  2017 2018 2019
IFMT 56,7 % 63,3 % 65,1 %
CENTRO-OESTE 52,4 % 58,0 % 60,3 %
BRASIL 59,9 % 61,5 % 63,4 %

Fonte: Plataforma Nilo Peçanha (http://plataformanilopecanha.mec.gov.br).

A tabela mostra a evolução do IFMT que, em 2017, tinha uma eficiência de 56,7 % e, em 2019 passou para 65,1%, sempre na frente da eficiência da Região Centro-Oeste e ultrapassando a média nacional já em 2018, que era de 63,4 %.

Regulamento Didático: trabalho em rede e maior autonomia aos campi

Desde que foi aprovada a Organização Didática (2014), a Pró-Reitoria de Ensino (Proen) passou a ouvir docentes, técnicos-administrativos e gestores para coletar contribuições em relação aos procedimentos adotados pelos campi acerca da relação didático-pedagógica, sua organização, estruturação e gestão.

Em 2017, após as contribuições, as equipes da Proen trabalharam de forma setorizada e, depois, em conjunto para elaborar um documento base que foi apresentado ao Colégio de Dirigentes (Codir) e ao Fórum de Dirigentes de Ensino. Posteriormente, esse documento foi encaminhado aos 19 campi com orientações expressas para o debate e a coleta de contribuições de todos os envolvidos.

Como avanços, destacam-se: a unificação de procedimentos, através de formulários que serão implantados eletronicamente; a curricularização da extensão; os projetos de ensino; novas possibilidades de ingresso; nova concepção de progressão parcial/dependência, entre outros.

O mais importante é que a unificação de procedimentos favorece o trabalho em rede, e oportuniza o exercício da autonomia dos campi, que terão a chance de, com suas equipes, exercitar a sua autonomia.

Otimização dos processos acadêmicos: do físico ao digital

A Coordenação de Registro e Emissão de Diplomas, órgão ligado à Proen, a partir de 2017, passou a analisar os processos acadêmicos e a dar um novo formato a eles. Desde então, a Coordenação passou a inserir todos os Projetos Pedagógicos de Cursos (PPCs) aprovados pelos colegiados (Consepe e Consup) nos sistemas acadêmicos, o que resultou na maior agilidade para os campi realizarem as matrículas dos ingressantes, com maior celeridade nas importações de dados dos processos seletivos e na comunicação de modo contínuo com o suporte técnico para o esclarecimento das dúvidas quanto ao uso do sistema.

A datar da homologação da atual versão do sistema SUAP, a utilização do sistema começou nos Campi São Vicente e Guarantã do Norte, com o módulo EDU e os cursos FIC.

Antes de 2020, os processos eram confeccionados principalmente no formato físico; com a pandemia de Covid-19, priorizou-se a reformulação dos mapeamentos de processos acadêmicos, e atualmente está sendo aprimorada a padronização dos formulários de atendimento a alunos e servidores, assim como, a conversão dos processos físicos para processos eletrônicos. Desse modo, as colações de grau, solicitações de diploma, e solicitações do ENCCEJA já estão sendo feitas todas através de processos eletrônicos via SUAP.

Desde meados de 2020, com alteração de tais procedimentos, foram contabilizadas as seguintes solicitações: ENCEJA - 37 processos eletrônicos; Colações de Grau - 92 solicitações; Emissão de Diplomas -  179 solicitações.

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