Zootecnia no IFMT: referência em formação profissional há mais de 15 anos

No Dia do Zootecnista, comemorado em 13 de maio, o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) celebra sua contribuição decisiva […]

No Dia do Zootecnista, comemorado em 13 de maio, o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) celebra sua contribuição decisiva para a formação de profissionais da área desde 2008, quando iniciou o curso de Zootecnia no Campus São Vicente. Atualmente, o IFMT oferta a graduação em três campi – São Vicente, Barra do Garças e Alta Floresta – além do curso técnico subsequente em Confresa.

No Brasil, o início do curso foi no ano de 1966, quando começou a dar relevantes contribuições para o desenvolvimento do agronegócio. E no dia 13 de maio, aconteceu a aula inaugural do primeiro curso superior de Zootecnia do Brasil, na PUC de Uruguaiana (RS).

No mercado de trabalho, o zootecnista atua diretamente na produção e no bem-estar dos animais destinados à alimentação humana, além de participar da gestão do agronegócio com foco na sustentabilidade ambiental. Por meio de técnicas e práticas especializadas, esse profissional contribui para aumentar a produtividade, a qualidade e a oferta de alimentos de origem animal em diversas áreas da cadeia produtiva.

O zootecnista atua em propriedades rurais grandes e pequenas, indústrias de ração, laboratórios, cooperativas rurais de crédito, instituições de ensino e pesquisa e nas diversas áreas vinculadas ao agronegócio.

O IFMT contribui com a formação de Zootecnista desde 2008

A formação na área de Zootecnia no IFMT, iniciou em 2008, quando foi implantado o curso superior de Zootecnia no Campus São Vicente, que é a maior escola agrícola do Brasil, instalada em uma área de mais de 5.000 hectares, com mais de 400 estudantes internos. Atualmente o Instituto oferta o curso também Campus Confresa, na modalidade Técnico Subsequente, e Bacharel nos Campus Barra do Garças e Alta Floresta. Ao todo, esses cursos somam 340 estudantes em formação.

E a formação de novos zootecnista ainda inspira inúmeros jovens a buscar o Instituto Federal que é referência na oferta do curso. É o caso da estudante, Thays Bossio que está no 3º semestre do curso de Bacharel em Zootecnia do Campus São Vicente. Ela escolheu o curso porque gosta da área de atuação profissional e é apaixonada por animais.

“Sempre quis estudar em São Vicente, era um sonho. No Campus do IFMT temos tudo o que precisamos, em termos de infraestrutura para a formação de um zootecnista, além de professores muito qualificados e atenciosos. Enquanto profissional eu sonho em atuar na produção animal”.

Outra estudante que escolheu o IFMT para a formação profissional é a aluna do Campus Barra do Garças, Andreza Silva Melo Rosa. Para ela, que está no 3º semestre, o futuro profissional vai valer muito a pena. “Com certeza para as pessoas que têm interesse, que têm afinidade nessa área, motivação total pois vale muito a pena. Principalmente para quem tem interesse na criação de animais, bem-estar e ao mesmo tempo trabalhar aí com sustentabilidade”, afirmou.

A fazenda do IFMT é o laboratório do Zootecnista

Um dos diferenciais do IFMT é que a formação contempla aulas teóricas e práticas no mesmo local. O Campus Alta Floresta, por exemplo, que já formou seis turmas de bacharel em Zootecnia, conta com laboratórios de bromatologia, biologia celular, digestibilidade, anatomia animal, além da fazenda experimental com viveiros escavados e laboratório de reprodução de peixes.

No Campus também tem o campo agrostológico, laboratório representado por uma área dedicada ao cultivo e demonstração de diferentes espécies de plantas forrageiras, como gramíneas e leguminosas, que são usadas para alimentação animal. Com relação aos professores, o campus conta com cinco professores doutores e um médico veterinário em seu quadro de profissionais.

No Campus São Vicente, que já formou 17 turmas de zootecnistas, o diferencial é que a sala de aula é ao lado de onde são feitas as práticas, destaca a professora Roberta Martin Gomes da Silva Borges, que coordenou o curso em cinco ocasiões.

“A gente tem um curso de Zootecnia dentro de uma fazenda. Se vamos ensinar como se faz uma ordenha, quais são as técnicas e os preparos, vamos ali no setor e fazemos a ordenha. Saímos das salas e estamos dentro do setor para fazer a prática”, explica.

Roberta salienta que essa estrutura permite trabalhar tudo integrado: ensino, pesquisa e extensão. “Temos, com certeza, a melhor estrutura do estado”, frisa. Além da estrutura física, o Campus São Vicente conta com 41 professores, sendo 16 doutores e 24 mestres.

Texto: Jones Martinho – Jornalista
Yasmin Fares – Estagiária de Jornalismo

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